
Madalena acordou na cozinha com o barulho e a dor que seu peido descomunal causara.
Parecia que para sair, a imensa pressão dos gases internos tinham que sair rasgando pelo tecido gorduroso que formava um túnel.
E Madalena foi aos poucos se levantando, pensando que talvez a cama fosse mais confortável para morrer.
Ao entrar na sala eis que ela vê, em pé, um homem muito magro, alto, velho, careca, mas com barbas enormes, com o pênis absurdamente ereto, parecendo um pedaço de cabo de enxada.
O olhar fixo, doentio, em sua direção. Masturbava-se.
Era uma visão assustadora.
Havia muito barulho, da música do vizinho, ela sentia que estava muito zonza.
Não podia ser verdade.
Talvez fosse um estuprador!
Gelou.
E sua buceta cabeluda imediatamente ficou encharcada. Escorria-lhe pelos pés. O coração acelera. Pensou que ia morrer.
Mas o homem, que era um enorme mendigo esguio, não se mexia.
Tudo o que fazia era continuar a fita-la.
Aquele olhar maldito.
Aquele pênis enorme.
Aquela sensação estranha.
Ela queria ver sua buceta arrombada por aquele enorme membro que era bem maior que o consolo que ela tinha. Mas tinha medo, por que além de saber que isto era pecado, ela sabia que o estuprador poderia machucá-la, ou talvez matá-la, o que seria muito ruim, pensou, mesmo sem saber o porquê.
Como uma porca no cio pensando que vai morrer, ela escorregou desajeitada pelo chão, indefesa.
Ela não conseguia desviar o olhar do homem e não percebeu que dois anões seguravam suas pernas.
Quando olhou ficou ainda mais aterrorizada, mas não conseguiu exibir nenhuma reação, pois no meio do seu espanto, outros dois anões seguraram seus braços, e puxavam com violência.
E ela ficou esticada, como Gulliver, detida pelos pequeninos, com pernas abertas.
A pressão psicológica foi tão grande que Madalena defecou.
E era uma diarréia em jatos que batia forte no chão e ricocheteava nas paredes lambuzando todo mundo de uma pasta marrom recheada por pequenos pedacinhos de feijão.
E enquanto tudo isto acontecia, aquele velho continuava estático, apenas olhando.
Olhando e se masturbando.
Madalena chorava muito, mas sua buceta nunca estivera tão molhada em toda a sua vida. Sentia um calor que começava no peito, corria pela barriga passava pelo meio da buceta, saía e entrava no cú.
E olhando com meia visão, atrapalhada pela barriga em sua frente, Madalena avistou uma criatura horrível.
Era outro anão.
Mas era uma deformação bizarra.
Abaixo do seu pequeno umbigo exibia um enorme instrumento roliço, quase do seu tamanho, que ele poderia perfeitamente chupar se assim quisesse.
E apontava para cima, ficando à frente de sua cabeça.
E aos meios dos gritos de Madalena, os anõezinhos começaram a fodê-la em meio a cânticos da nona sinfonia de Beethoven.
Mas já na primeira estacada, Madalena transformou-se e foi tomada por uma fúria animal que tomou completamente seu corpo.
Agarrou firmemente, com cada uma das mãos a pistola de um anão e começou a devorá-los. Ela os enfiava na boca a profundidades inimagináveis e em velocidades frenéticas que faziam sua boca sangrar muito.
Mas ela parecia ignorar a dor, pois enquanto aquelas cobras malditas faziam aquela dança macabra para e dentro e para fora do seu corpo, em enfiadas absurdamente profundas, ela sentia um êxtase infinito que a faziam sentir o propósito de sua existência.
E a velocidade aumentava e aumentava.
E o vizinho começou a ouvir Carmina Burana.
E o ritmo era absurdo.
Pareciam que queriam moer suas carnes uns nos outros com todas as suas forças.
E eis que, derrepente, o velho muda seu olhar.
E começa a suar muito.
E começa a acompanhar o ritmo.
E a música fica inquietante.
E termina tudo em um espetáculo de gozo insano com jatos de esperma inacreditáveis e gritos horrendos.
Até que Madalena acorda, sozinha, mas ainda sorrindo.
Lembra-se do chá de fita e percebe que tudo não passou de um sonho.
E a partir deste dia, ela acho o sentido para sua vida.
Todos os dias, ela tomaria um filme diferente, após visitar um blog diferente.
Para o resto dos seus dias.
E todos terminaram assim.
Felizes para sempre.
E agora é a vez de vocês.
E como diria meu amigo, Ozzy Osbourne,
Que a loucura reine.
Um comentário:
Sentia um calor que começava no peito, corria pela barriga passava pelo meio da buceta, saía e entrava no cú.
Vou falar uma coisa "procês"...
Tudo isso é muito excitante...rss
Inefável!
Deveras inefável!
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