quarta-feira, 4 de junho de 2008

O retorno de Madalena


Madalena entrou no blog de um sujeito chamado Giuzzépi Coalhada.

Giuzzéppi, tal qual um profeta, proferia a história mística e intergaláctica da batalha eterna entre as maiores entidades maniqueístas da história das crenças, Baltazar e Maciel, o pestilento.

E no meio desta epopéia, Madalena já havia se masturbado umas três vezes enquanto lia e fumava maconha, como uma porca hyppie que rolou na lama de Woodstock 10 anos atrás e nunca mais tomou banho.

Foi quando ela leu uma história que dizia que um padre havia enfiado o braço inteiro no ânus de um outro rapaz.

E perguntou-se qual seria o limite que seus esfíncteres poderiam agüentar.

E foi imaginando todo objeto roliço que via sendo enfiado em sua vagina. Olhou para o telefone, para o cachimbo de maconha, e enfim para seu próprio punho fechado.

Então Madalena esforçou-se ao máximo para testar seus limites.

Enfiou um dedo e esfregou-o rapidamente pelo canal da vagina para que ficasse lubrificada.

Imaginou-se sendo fodida por Pedro D’Lara, sua paixão platônica de infância e imediatamente ficou encharcada.

Tirou este dedo e enfiou no cú enquanto continuava a enfiar três outros dedos da outra mão dentro da buceta.

E enfiava e enfiava e enfiava.

Cada vez mais rápido.

E cada vez mais fundo.

Até que estava envolvida em um balé frenético onde enfiava rapidamente os dois braços em uma sincronia insana um no cú e um na buceta.

E a velocidade ficou incrível.

Até que Madalena subitamente parou.

E enfiou, de uma vez só, os dois braços dentro da buceta.

E enfiou até os ombros.

E continuou enfiando.

Até que enfiou sua própria cabeça.

E virou-se no avesso.




E assim surgiu o universo.

Um comentário:

Marciaum disse...

CACETE DE AGULHA !!!!