
Madalena entrou no blog de um sujeito chamado Giuzzépi Coalhada.
Giuzzéppi, tal qual um profeta, proferia a história mística e intergaláctica da batalha eterna entre as maiores entidades maniqueístas da história das crenças, Baltazar e Maciel, o pestilento.
E no meio desta epopéia, Madalena já havia se masturbado umas três vezes enquanto lia e fumava maconha, como uma porca hyppie que rolou na lama de Woodstock 10 anos atrás e nunca mais tomou banho.
Foi quando ela leu uma história que dizia que um padre havia enfiado o braço inteiro no ânus de um outro rapaz.
E perguntou-se qual seria o limite que seus esfíncteres poderiam agüentar.
E foi imaginando todo objeto roliço que via sendo enfiado em sua vagina. Olhou para o telefone, para o cachimbo de maconha, e enfim para seu próprio punho fechado.
Então Madalena esforçou-se ao máximo para testar seus limites.
Enfiou um dedo e esfregou-o rapidamente pelo canal da vagina para que ficasse lubrificada.
Imaginou-se sendo fodida por Pedro D’Lara, sua paixão platônica de infância e imediatamente ficou encharcada.
Tirou este dedo e enfiou no cú enquanto continuava a enfiar três outros dedos da outra mão dentro da buceta.
E enfiava e enfiava e enfiava.
Cada vez mais rápido.
E cada vez mais fundo.
Até que estava envolvida em um balé frenético onde enfiava rapidamente os dois braços em uma sincronia insana um no cú e um na buceta.
E a velocidade ficou incrível.
Até que Madalena subitamente parou.
E enfiou, de uma vez só, os dois braços dentro da buceta.
E enfiou até os ombros.
E continuou enfiando.
Até que enfiou sua própria cabeça.
E virou-se no avesso.
E assim surgiu o universo.
Um comentário:
CACETE DE AGULHA !!!!
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